Domingo, 14 de Fevereiro de 2010

Lisboa Antiga

Lisboa como era...

publicado por João Mota Lopes às 12:29
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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

Santa Engracia Marchas 2009

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publicado por João Mota Lopes às 00:26
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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

Voto, obviamente, PSD

Abandonei a liderança do PSD, por vontade própria, após um breve consulado de oito meses, e após ter sido o líder partidário escolhido por mais cidadãos de base desde 1974. Saí com o sentido do dever cumprido, mas humanamente ressentido com as injustiças e as deslealdades assumidas por muitos dos que hoje constituem a direcção nacional do meu partido. Contudo, porque indirectamente sou, por omissão, o pai desta solução de liderança, porque continuo militante activo - candidato à presidência do terceiro mais populoso município português, porque ainda existem muitos milhares de militantes e simpatizantes que se revêem nas minhas opiniões, tenho o direito e a obrigação de me manifestar claramente sobre o processo que culminará em 27 de Setembro. Para o fazer, tenho que recuar às eleições europeias de Junho. O PSD venceu-as, inesperadamente, por uma diferença percentual significativa. Um resultado interessante, dada a quebra brutal do PS, enganador, para quem não se apercebeu de que o PSD se limitou a ficar dois escassos pontos acima da denominada - injustamente - derrota eleitoral humilhante de Santana Lopes em 2005. O resultado não me surpreendeu. Correspondeu ao que sentia na rua. A campanha de Paulo Rangel ajudou: um falso “desajeitado”, corporizou o que muitos eleitores desejavam. A renovação, a novidade, o discurso levemente antipartidos e antipolíticos, a imagem do cidadão comum competente em comissão de serviço. Também foi positiva a perspicácia de erigir José Sócrates como o alvo de todas as críticas. Com a vitória de Junho, parecia ter-se instalado a dinâmica mínima necessária para conduzir o PSD à liderança do Governo. Infelizmente, muito do que tem acontecido desde então voltou a trazer incerteza ao resultado final. Nomeadamente, o processo de escolha de candidatos a deputados e as suas sequelas (por exemplo o affaire Moita Flores), as declarações estratégicas avulso e desconexas de muitos dirigentes e, menos, o conteúdo do programa eleitoral ontem apresentado. As listas de candidatos foram escolhidas unilateralmente pela líder e seus colaboradores. Legalmente, cumprindo os estatutos, legitimamente, porque nunca prometeu - ao contrário de mim próprio - inverter as regras e dar poder ao país e às bases. Não enganou ninguém. Todavia, levou longe de mais esse exercício. A exclusão de Passos Coelho, Miguel Relvas, Rui Gomes da Silva, foi um disparate político; a inclusão de António Preto uma opção errada; a imposição de alguns cabeças de lista sem nexo aparente com os ciclos eleitorais um exercício sem sentido. Até o facto de existirem muitos filhos de políticos nas listas - talvez em excesso - só ganhou relevância dado o clima de fractura escusadamente criado. Esta questão parasitará, negativamente, todo o processo em curso. Como corolário deste clima, surgiram casos como o de Moita Flores. Candidato independente nas listas do PSD, renegou o partido e a sua candidata a primeira-ministra. Elogiei-lhe pessoalmente a coerência, mas esperava que, naturalmente, afirmasse uma candidatura genuinamente independente. Para minha surpresa, não o fez. Sem fazer juízos de valor em relação às opiniões do presidente da Câmara de Santarém, não me passava pela cabeça que a líder do partido, face ao seu perfil, não o desonerasse de imediato do apoio partidário nas eleições locais. Não o fez. Ao contrário, seguiram-se declarações quase caricatas de Aguiar Branco e explicações caricatas da própria Manuela Ferreira Leite na entrevista a Judite de Sousa. Moita Flores devia ter sido consequente e ter-se desvinculado de uma ligação ao PSD. Manuela Ferreira Leite coerente, assumindo a autoridade mínima exigível a uma organização de homens livres mas consequentes, retirando o símbolo do PSD da sua candidatura. O processo da lista de deputados e este episódio acompanharão toda a campanha. Contraditando a unidade apregoada e, principalmente, a imagem de convicta afirmação de princípios em que assenta toda a estratégia eleitoral social-democrata. Mas, infelizmente, houve mais. A líder do PSD clarificou a questão fulcral da política de alianças. Com ela, não haverá bloco central. Ontem, João de Deus Pinheiro, cabeça de lista por Braga, defendia com radicalidade uma coligação PSD-PS! António Borges, com o seu habitual bom senso, acusa a Caixa Geral de Depósitos e o BCP de fazerem política partidária; um outro vice-presidente contrariou-o de imediato!!! Marques Mendes usa a Universidade de Verão para afirmação de ideias que atingem objectivamente Manuela Ferreira Leite; Rangel contraria-as na defesa da direcção nacional. Enfim. Mais imagem de falta de rumo e de autoridade. Desnecessária. No momento de arranque do derradeiro sprint. Finalmente o programa eleitoral. Tardio e minimalista? Acho que não. A tempo e mínimo, como deve ser. Mas também sem desígnio, generalista em excesso, sem fracturas, omisso nas questões difíceis, sem risco. Metade daquelas declarações podia ser defendida por todos os partidos, a outra metade por qualquer um não-marxista-leninista. Este programa não tirará um voto ao PSD, mas deixará toda a sorte da campanha no convencimento subjectivo do eleitorado de que Manuela Ferreira Leite é mais confiável do que José Sócrates. Contudo, apesar de tudo isto, eu não tenho dúvidas. Votarei com convicção PSD e na escolha de Manuela Ferreira Leite para liderar um Governo. É, no meu entender, esse o interesse de Portugal. Porque este Governo PS foi dos piores governos constitucionais pós-25 de Abril, porque está esgotado, sem ideias e sem energia. Irrecuperável. Porque a opressão do aparelho socialista sobre a sociedade portuguesa toca o limite da tentação totalitária. Porque, apesar de tudo, o discutível grupo parlamentar do PSD é brilhante face ao cinzentismo do grupo socialista. Porque ainda acredito que Manuela Ferreira Leite, após um sucesso eleitoral, se verá livre de todos os que a têm procurado empurrar para o abismo. Porque acredito que nunca subscreverá uma coligação com o PS. Porque, dentro do PSD, terei um espaço de liberdade para lutar pela alteração de opções que, em meu entender, estão erradas e devem ser corrigidas - sobre a política de investimentos públicos, sobre a regionalização, sobre a política fiscal. Só falta um mês. Pouco tempo, mas o suficiente para um PSD, que, à moda de Sá Carneiro, se concentre no essencial e combata com determinação e coragem. Luís Filipe Menezes Ex-presidente do PSD in Público, 30 de Agosto de 2009

publicado por João Mota Lopes às 22:52
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Equipamentos efémeros e outras coisas mais

Há coisas fantásticas. O Dr. António Costa, o homem dos sete ofícios (ora é Presidente de Câmara, ora é o Presidente da Associação de Turismo de Lisboa, entre outras actividades conhecidas) conseguiu uma grande proeza.

 

Por forma a patrocinar a sua campanha para Lisboa, digo a animação cultural do Parque Mayer, conseguiu do seu amigo, o Secretário de Estado Bernardo Trindade, e num tempo recorde de alguns dias, uma verba de mais de 1,6M€ para um equipamento cultural efémero (?) ao abrigo das contrapartidas do Casino de Lisboa (aquelas que eram destinadas o apoio e requalificação de equipamentos culturais e desportivos).

 

O que é também curioso é este evento decorrer até 11 de Outubro.

 

Será que esta efeméride só acontece por toda a gente saber do carinho especial que PSL tem pelo Parque Mayer?  

 

publicado por João Mota Lopes às 00:51
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Sábado, 5 de Setembro de 2009

Pedro Passos Coelho in JN Vale a pena

O nervosismo pré-eleitoral não tem ajudado à clarificação política. E, na ausência de sondagens que ajudem os partidos a tomar o pulso aos eleitores e a afinar melhor as suas estratégias, os apoiantes encartados ou os simples analistas têm-se ocupado a especular sobre as mais variadas teorias onde vão espraiando o seu construtivismo governativo. O nervosismo pré-eleitoral não tem ajudado à clarificação política. E, na ausência de sondagens que ajudem os partidos a tomar o pulso aos eleitores e a afinar melhor as suas estratégias, os apoiantes encartados ou os simples analistas têm-se ocupado a especular sobre as mais variadas teorias onde vão espraiando o seu construtivismo governativo. Como pano de fundo, predomina a ideia de que ninguém terá um resultado muito expressivo, muito menos uma maioria absoluta - os socialistas porque desmereceram tal resultado nestes últimos quatro anos de governo e os social-democratas porque podem ainda não o ter merecido na oposição. Assim, tem-se vindo a antecipar o cenário de uma legislatura, se não incompleta pelo menos acidentada, e em que, à esquerda e à direita do espectro parlamentar, os que insistirem em governar sozinhos terão a vida difícil e pouco acrescentarão em actividade reformadora por exiguidade de apoio parlamentar, enquanto os que se coligarem poderão ter de enfrentar tensões de difícil solução dada a divergência profunda de opiniões, programas ou personalidades. Em suma, não reina o optimismo quanto à capacidade do Parlamento que sair das próximas eleições legislativas para gerar soluções estáveis e profícuas. Percebe-se que, neste ambiente algo depressivo, se tenha reaberto a discussão sobre políticas de alianças - e, no caso do PSD, lá vai voltando à baila ora a teoria do Bloco Central ora a eventualidade de uma coligação com o CDS-PP. Tenho-me geralmente batido contra estes exercícios pela razão prática de que eles acentuam um certo conformismo com a eventualidade de resultados minimalistas e creio que essa mera circunstância reforça a possibilidade de tais resultados ocorrerem. Ora, quando se tem a ambição de alcançar um nível mais elevado de confiança por parte do eleitorado, envolvendo um importante compromisso de governo, não se pode perder demasiado tempo especulando sobre o que se fará no caso de essa confiança não ser conquistada. Ou se pressente que as pessoas têm razões para limitar o voto de confiança num determinado partido, e então procura-se em tempo útil ampliar as possibilidades de sucesso apresentando uma coligação pré-eleitoral, coisa que o PSD não fez e ainda bem, ou simplesmente não se perde tempo a discutir o que fazer com um resultado menos mau quando o que se pretende é um resultado bom que permita governar. Há, no entanto, uma ideia que tem vindo a germinar em determinados meios do PSD e que merece ser analisada. É a ideia, talvez um tanto romântica, de que o PSD pode repetir nestas eleições o sucedido em 1985 com Cavaco Silva, ou seja, na eventualidade de ganhar as eleições com uma margem escassa, vir o PSD a formar um governo minoritário que prepare o terreno para ganhar a maioria absoluta no prazo de dois anos. Considero esta ideia fantasista e falaciosa e, nessa medida, julgo que ela pode ser mais prejudicial que útil em vésperas de campanha eleitoral. Aqui seguem algumas razões explicativas mais evidentes. Em primeiro lugar, a situação económica que vivemos hoje é muito diferente da de 1985. Há quase 25 anos atrás o país começava lentamente a sair de uma crise económica e social muito dura, que tinha implicado uma perda acentuada do rendimento real e um forte desemprego. Hoje, infelizmente, ainda estamos longe da recuperação. Pelo contrário, continuamos o mergulho numa crise que se prevê prolongada, estando ainda para vir, em grande medida, todo o recorte de aspectos negativos que causam depressão social e política e que desgastam quem está no governo. Em segundo lugar, em 1985, as medidas difíceis e duras de combate à crise estavam tomadas, ou seja, o "trabalho sujo" de governo já tinha ficado feito por Hernani Lopes no seio do anterior Bloco Central. Hoje, infelizmente, receio bem que tudo o que é difícil e impopular esteja por fazer, a começar na ausência de medidas que sustentem umas finanças públicas saudáveis e a acabar na indefinição quanto a uma nova estratégia económica que relance um tecido produtivo mais dinâmico e competitivo, gerador de riqueza e de emprego mais qualificado. Em terceiro lugar, e ao contrário do que acontecia em 1985, actualmente o governo não dispõe de autonomia em matéria de política monetária e cambial. Quer isto dizer que o governo português já não tem à sua disposição o mesmo tipo de instrumentos e ferramentas que permitiriam, num relativo curto espaço de tempo (dois a três anos) aplicar a mesma receita de então com idêntico grau de eficácia. Ou seja, em vez de desvalorizar a moeda para melhorar a competitividade externa ou reduzir o crédito para contrair o consumo e o défice externo, hoje podemos apenas aumentar impostos, cortar e "congelar" despesa pública ou desenvolver políticas de ganhos de eficiência nas políticas públicas mais pesadas visando diminuir o défice e encetar reformas que permitam aumentar a produtividade. Mas, dadas as condições de partida, os resultados destas políticas nos primeiros anos serão escassos, insuficientes e demorados e certamente não empolgarão o país em direcção à maioria absoluta. Por outro lado, a hipotética vitimização governativa como resposta a uma improvável inviabilização de tais medidas por parte de um parlamento hostil seria uma táctica de sucesso bastante duvidoso, pois não evitaria ter de acomodar durante dois anos a insatisfação gerada por uma crise tão profunda. Por fim, e em termos políticos, poderá dizer-se que entre o actual Presidente da República e a presumível primeiro-ministro do PSD existe alguma simpatia política que facilitaria a vida do governo minoritário, como entre Ramalho Eanes e Cavaco Silva em 1985. Mas, ao contrário de então, isso pode significar agora muito pouco na ausência de um instrumento útil como foi o PRD em 1985. E, hoje, o Bloco de Esquerda não só não tem o significado operacional do PRD face ao PS, como seguramente não funciona em cumplicidade com o Presidente da República. Em conclusão, por muitos motivos pode até acontecer que o PSD venha a governar sozinho e com um resultado escasso - e, nesse caso, fará seguramente o melhor que puder e souber durante o tempo que lhe consentirem. Mas, deixemo-nos de romantismos serôdios, tal situação não tem nada de muito desejável nem de particularmente virtuoso, quer para o PSD quer para o país. Insisto, portanto, que é necessário lutar por um resultado mais largo, cabendo a quem disputa as eleições encontrar o tempo e o modo apropriado de confrontar o país com a necessidade de um tal resultado dever ser atingido. Para não haver dúvidas sobre o caminho a seguir nem sobre a vontade de mudança do país. Assim o PSD consiga transmitir ao eleitorado a confiança de que este precisa para sentir que vale a pena. Eu ainda acredito que vale a pena.

Militante do PSD e gestor

publicado por João Mota Lopes às 16:06
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Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009

Força Sporting!

Orgulho & Tristeza eis o Sporting!

publicado por João Mota Lopes às 23:46
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Domingo, 23 de Agosto de 2009

Grande Entrevista ao Publico

Pedro Santana Lopes "Se vencer as eleições o Terreiro do Paço fica como estava antes".
Ora ainda bem, pois se por acaso ainda não passaram pela "frente ribeirinha" aproveitem para passar, mesmo em Agosto e sem ser em hora de ponta...depois passem a palavra do que viram...

publicado por João Mota Lopes às 10:18
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Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

Pedro Santana Lopes recusa qualquer responsabilidade nos 956 milhões de dívidas

O candidato à Câmara de Lisboa pelo PSD, Pedro Santana Lopes, recusa qualquer responsabilidade nos 956 milhões de dívidas que deixou para o seu sucessor, António Costa.

 

Assim, e de acordo com os números apresentados por Santana Lopes, João Soares deixou dívidas de 526 milhões de euros. A diferença para os 956 milhões que o candidato do PSD e ex-autarca deixou para o Executivo socialista deve-se a dívidas não contabilizadas por João Soares, relativas a compromissos assumidos com a Parque Expo (155 milhões de euros) e com um empréstimo para financiar o Programa Especial de Realojamento (185 milhões) e outras dívidas menores.

O Programa Especial de Realojamento foi um programa lançado pelo Governo de Cavaco Silva em 1993 e visava acabar com as barracas em Lisboa e no Porto. Pressupunha repartir em partes iguais as despesas para realojar esses moradores. Para Lisboa, o encargo foi um empréstimo de 185 milhões de euros.

No total do seu mandato à frente da autarquia, diz Santana Lopes, foi contraído apenas um empréstimo de 81 milhões de euros mas, simultaneamente, foram amortizados 85 milhões de dívidas bancárias anteriores. E lembra que, à época em que estava à frente dos destinos da autarquia, vigorava o "endividamento zero para as câmaras" imposto por Manuela Ferreira Leite, então ministra das Finanças.

O próprio vereador das Finanças e actual da Câmara de Lisboa ilibou Santana Lopes. Na reunião de 25 de Maio da Assembleia Municipal de Lisboa, Cardoso da Silva disse que "é verdade que a Expo e o Casal Ventoso [requalificado no âmbito do PER] foram registadas num ano e diziam respeito a anos anteriores".

 

Toda a notícia aqui.

publicado por João Mota Lopes às 23:00
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"Lisboa com sentido" divulga nomes e posições in Expresso

O ex-jornalista Manuel Falcão lidera a lista à Assembleia Municipal da candidatura "Lisboa com sentido", enquanto na lista para a Câmara Municipal, encabeçada por Pedro Santana Lopes, o número dois é João Albuquerque Navega. 

A candidatura "Lisboa com sentido" (coligação do PSD, CDS-PP, PPM e MPT), liderada por Pedro Santana Lopes, divulgou hoje as listas às eleições autárquicas de 11 de Outubro através da sua página na Internet. 

Manuel Falcão foi presidente do Instituto do Cinema e chefe de gabinete de Santana Lopes, quando o social-democrata foi secretário de Estado da Cultura. Esteve na fundação do "Independente", "Visão" e "Blitz", trabalhou no Expresso e na Agência de Notícias de Portugal, foi director de programas da RTP2, director do centro de espectáculos do Centro Cultural de Belém, e administrador da Valentim de Carvalho, da empresa municipal de cultura Egeac e do Pavilhão Atlântico. 

Na lista à Câmara Municipal, o CDS-PP surge em 4.º lugar, através do deputado e antigo vereador António Carlos Monteiro, e em 8.º, com a presidente da concelhia do CDS-PP, Maria Orísia Roque. 

O número 2 é João Albuquerque de Moura Navega, antigo secretário-geral da Confederação do Comércio Português e administrador do Grupo Entreposto e da Companhia de Moçambique e ex-presidente do conselho de administração da Administração do Porto de Lisboa (APL). 

Com um percurso ligado à sustentabilidade ambiental, surge em 3.º lugar a arquitecta e administradora da Agência Municipal de Energia e Ambiente de Lisboa, Lívia Tirone. Em 5.º lugar encontra-se o deputado social-democrata Gonçalo Reis; em 6.º a antiga chefe de gabinete de Santana Lopes na Câmara da Figueira da Foz, Dina Vieira; em 7.º o antigo vereador Vítor Gonçalves e em 9.º Mafalda Magalhães de Barros, quadro do IGESPAR. 

Na lista à Assembleia Municipal constam também os nomes de Gonçalo da Câmara Pereira (PPM), Adolfo Mesquita Nunes, Maria Virgínia Estorninho, António Proa, João Mota Lopes e Inês Dentinho. 

 

Veja a noticia aqui.

publicado por João Mota Lopes às 22:45
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Manuel Falcão lidera lista de Santana à Assembleia Municipal in TSF

A lista à Assembleia Municipal é liderada por Manuel Falcão, que foi presidente do Instituto do Cinema e chefe de gabinete de Santana Lopes, quando o social-democrata foi secretário de Estado da Cultura.
  
Foi fundador do Independente, da Visão e do Blitz, trabalhou no Expresso e na Agência de Notícias de Portugal, foi director de programas da RTP2, director do centro de espectáculos do Centro Cultural de Belém, administrador da Valentim de Carvalho, da empresa municipal de cultura Egeac e do Pavilhão Atlântico.
   
Na lista da Assembleia Municipal constam também Gonçalo da Câmara Pereira (PPM), Adolfo Mesquita Nunes, Maria Virgínia Estroninho, António Proa, João Mota Lopes e Inês Dentinho.


A notícia completa aqui

publicado por João Mota Lopes às 22:43
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